segunda-feira, 5 de abril de 2010

Percy Jackson e o Ladrão de Raios (Filme) por -=|gigiø|=-™


Adaptado do 1º livro da serie “Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief” o filme “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” se passa nos E.U.A atual. Ele relata a história do garoto Percy de 12 anos que descobre através da pior maneira possível, sendo atacado pela Sra. Dodds que na verdade é uma fúria de Hades, que é um semideus. Percy, que é filho de Poseidon, é acusado de ter roubado o Raio mestre de Zeus, e recebe a difícil missão de recuperá-lo até o solstício de verão para evitar uma guerra entre os deuses do Olimpo. Após varias aventuras Percy, Annabeth (filha de Atena) e Grover (sátiro protetor=meio homem, meio bode) descobrem que quem roubou o raio na verdade foi Luke (filho de Hermes), que no inicio é apenas um amigo do Acampamento Meio-Sangue. Percy e Luke travam uma batalha, quando este descobre a verdade sobre o roubo do Raio Mestre. Com duração de 119 minutos (1hora e 59 minutos), o filme prende a atenção desde o inicio, porém as pessoas que leram o livro não irão gostar em relação a fidelidade, pois é quase zero. Os efeitos visuais são perfeitos. Os efeitos sonoros também são perfeitos. O único problema mesmo é a fidelidade com o livro. Direção de Chris Columbus e participação de Melina Kanakaredes como Atena, Sean Bean como Zeus e Kevin McKidd como Poseidon.


Título original: Percy Jackson and The Lightning Thief

Título adaptado: Percy Jackson e o Ladrão de Raios

Direção: Chris Columbus

Atores principais: Logan Lerman (Percy Jackson) / Kevin McKidd (Poseidon) / Pierce Brosnan (Quiron) / Sean Bean (Zeus) / Catherine Keener (Sally Jackson) / Alexandra Daddario (Annabeth Chase) / Joe Pantoliano (Gabe Ugliano) / Jake Abel (Luke) / Melina Kanakaredes (Athena) / Brandon T. Jackson (Grover).

Gênero: comédia/aventura


2 comentários:

  1. o livro eo filme parece ser bem interesantes eu ja tinha voltade de ver o filme agora eu ver vou matar essa vontade

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  2. Percy Jackson e o Ladrão de Raios

    Mitologia grega, Chris Columbus é um sujeito legal e fez os dois melhores Harry Potters e Esqueceram de Mim.

    Ele falava em letras maiúsculas. Não, ele não escrevia em letras maiúsculas, afinal, minha consciência não se comunica comigo por MSN. Ele estava realmente falando em letras maiúsculas. Para você ver como o negócio era sério.

    Pois chegou a hora de conferir quem tinha razão. Coloquei minha melhor cara de mau, amarrei as correntes da danação na minha cintura, peguei a águia que costuma comer meu fígado durante as cabines (só assim eu conseguiria fazer resenhas tão mal humoradas) e dirigi-me para Hades, quer dizer, para o cinema. Você sabe, aonde as ideias boas vão para morrer.

    Quinto parágrafo e ainda não falei da sinopse, então é melhor eu começar ou o fã-clube do Steve Screenwriter vai me expulsar da turma. Percy Jackson é um sujeito com uma vida familiar difícil. Porém, a vida dele está para mudar, quando ele descobre que é produto de um relacionamento amoroso/sexual/recreativo/futebolístico (gosto de pensar que ela chutava as bolas dele) de Poseidon com a mulher que tirou a virgindade do Virgem de 40 Anos.

    Para os antenados em mitologia, isso faz de Percival Filho-do-Jack (não era de Poseidon?) um semi-deus. O chato é que ele só vai descobrir isso quando Zeus o acusar de ter roubado os raios. E se ele não devolver a muamba até o solstício, o bicho vai pegar. Agora ele vai ter que provar sua inocência e, de quebra, devolver os raios para o deus-mór do Olimpo antes que o sujeito comece a chorar. Considerando que estamos em um mundo onde existem milhares de semideuses andando pela Terra, não dá para entender porque Zeus foi cismar logo com o Percy. E o filme também não se preocupa em explicar, em um de seus muitos furos de roteiro.

    Ah, e ele tem dois companheiros. Seu melhor amigo apatetado e a moça CDF. Também não posso esquecer do colega mais velho que fornece todos os apetrechos mágicos ou do professor que ele precisa constantemente desobedecer para cumprir sua missão. Lembrou alguém? É, eu também não. Não sei do que diabos minha consciência tanto reclama.

    Falando sério agora (como se eu fosse capaz de fazer isso), está na cara que Rick Riordan, o autor do livro no qual este filme foi baseado tinha a missão de escrever um novo Harry Potter. E ok, todo mundo sabe que Harry Potter nada mais é do que a saga do herói no mundo da bruxaria pop. Ou seja, criatividade também não é o forte da J.K. Rowling. Mas ela pelo menos se preocupou em criar seus próprios personagens, ainda que arquetípicos. Já Rick Riordan chupinhou o Haroldo Cerâmica na maior cara de pau e conseguiu um best-seller. Isto não é apenas a saga do herói no mundo da mitologia grega. É, sim, Harry Potter e a Mitologia Grega, o oitavo livro perdido. O que temos aqui são os mesmos personagens e praticamente a mesma narrativa da Jotacá. A vida é realmente injusta por um troço desses ter virado best-seller.

    Mas o cara tem algumas boas ideias. Trazer o riquíssimo mundo da mitologia grega para o mundo atual até poderia render boas histórias. E algumas das modificações, como os deuses modernizados (tipo Hades com visual roqueiro) ficaram legais. Porém, algumas coisas como colocar o Olimpo no Empire State dão tanta vergonha alheia quanto as histórias antigas do Capitão América.

    O mundo do filme até é legal e mitologia grega nunca é demais. Porém, a sem vergonhice da história e dos personagens não pode ser ignorada. Em nenhum momento, Percy Jackson e o Ladrão de Raios deixa o espectador entediado, mas também nunca chega a empolgar. Talvez crianças que nunca tenham visto Harry Potter possam tirar algo de bom daqui. E, se já viram, pelo menos podem se divertir um pouco com os plágios descarados.

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